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combinações para incrementar seus pratos

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Para cada prato, existe um queijo perfeito. Com uma grande variedade de tipos, texturas e sabores, o queijo agrada diferentes paladares e combina com uma infinitude de receitas, desde lanches, saladas, petiscos, bolinhos, massas, pizzas, risotos e sobremesas. Entretanto, com a correria do dia a dia, a gente tende a colocar sempre os mesmos tipos na cestinha do supermercado. Vamos explorar os queijos especiais para incrementar nossas receitas.

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Como usar queijos especiais

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A visita chegou sem avisar, bateu fome no meio da tarde, o tempo armou para chuva, a criançada está pedindo sanduíche, você quer organizar um jantar formal – independentemente da ocasião, o queijo é sempre uma boa opção. Sem grandes dificuldades, é possível transformar receitas simples e criar complexidade de sabores explorando o potencial gastronômico do queijo.

Calma aí! Também não é para sair colocando queijo – como manda o coração – em todos os pratos. Um queijo intenso, por exemplo, pode ofuscar o sabor de um prato leve. Não é isso que queremos, buscamos a harmonização perfeita. Para isso, há três fatores que precisam ser considerados:

  • Tipo de queijo: há queijos frescos, macios, média cura, alta cura e azuis. Também vale considerar a origem do produto, se é leite de vaca, cabra ou búfala. Os queijos frescos e macios tendem a ser mais suaves. Os queijos de longa maturação possuem sabores mais concentrados.
  • Sabor: os queijos possuem sabores e intensidades diferentes. Há opções mais salgadas, adocicadas, frutadas, com nuances de nozes, picantes e defumadas. Uma boa forma de se familiarizar com os sabores é experimentando. A combinação mais fácil é por semelhança, por exemplo, queijo intensos com carnes vermelhas, queijos frescos com saladas.
  • Função na receita: esse é um fator muito importante. Você precisa definir qual será a função do queijo em sua receita. Para pizzas, sanduíches quentes e gratinados, escolha queijos que derretem, como a mussarela de leite de vaca e o gruyère. Os queijos duros são ótimos para ralar e trazem texturas às massas. Queijos cremosos combinam com molhos.

A gastronomia é sentido, experimentação e brincadeira. Valorize as características do queijo. Conheça a origem do produto, as características da maturação, os aromas, prove e teste diferentes receitas. Sua cozinha ficará muito mais alegre e saborosa.

 

10 queijos especiais para incrementar suas receitas

Os queijos especiais exigem um maior tempo de maturação, condições específicas de temperatura e umidade, bactérias lácteas e modos de produção delicados, com lavagem, escovação e raspagem. O trabalho cuidadoso resulta em sabores e texturas singulares. Abaixo, conheça as características desses queijos e dicas de uso:

Queijo brie

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Conhecido como rei dos queijos, o brie é de origem francesa. Possui massa macia, textura cremosa e casca branca aveludada. O mofo presente em seu processo de maturação, que dura entre 25 e 40 dias, oferece um leve odor amoniacal e sabor amanteigado.

Um bolinho de brie com geleia de pimenta é um petisco refinado. O queijo também fica ótimo em massa folhada, bruschettas, torradas, risotos, saladas e sanduíches. Para a sobremesa, brie assado com amoras. Harmoniza com champagne, vinho tinto e cerveja clara.

Queijo emmental

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Um queijo suíço, com sabor frutado e toque amendoado. O emmental apresenta massa amarelada, olhaduras regulares e casca escovada. Completa sua maturação em um período de 90 dias aproximadamente.

Quando o assunto é fondue, o emmental está entre os queridinhos. Dá um toque especial para molhos brancos. Derrete no sanduíche e fica muito cremoso no risoto. Em um molho quatro-queijos, harmoniza perfeitamente com o gouda, o gruyère e um toque de gorgonzola. Para beber, cerveja clara, cachaça escura e vinho branco.

Queijo gouda

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Um dos queijos holandeses mais populares do mundo, o gouda é um média cura, pronto para consumo a partir de 60 dias de maturação. Produzido com leite de vaca, possui textura macia, massa amarelada, olhaduras médias e sabor suave, levemente frutado.

Com ótimo derretimento e cremosidade, o gouda é ideal para molhos e sopas. Também combina com hambúrgueres, fondue, risotos, lasanhas, fricassê e recheios. É uma das opções que não pode faltar na tábua de queijos. Para harmonizar, vinho branco, cerveja forte e whisky.

 

Queijo gruyère

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Também de origem suíça, o gruyère possui textura cremosa e sabor adocicado, com notas de nozes e mel. Apresenta as típicas olhaduras dos queijos suíços. Sua maturação dura em torno de 120 dias. Em uma tábua, pede maçã, uva-branca e morango.

Sua textura cremosa é perfeita para fondue. Surpreenda na cozinha levando o gruyère para o suflê, escondidinho e quiche. Um molho gruyère acompanha carnes vermelhas, mas também fica divino com camarão. Derrete superbem em gratinados e sanduíches. Harmoniza com cachaça escura, cerveja forte e vinho tinto.

Queijo reino

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Um dos primeiros queijos maturados produzidos no Brasil, o reino possui coloração amarelada, textura firme, massa fechada e sabor levemente picante. Geralmente, é comercializado em formato de bola. Sua maturação mínima é de 45 dias.

Um frango com molho de batata e reino derrete na boca. O queijo também combina com frutas em calda, frutas secas, Romeu e Julieta, sanduíches e carnes vermelhas. Para harmonizar, vinho tinto e cerveja forte.

Queijo estepe

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Das estepes russas, o queijo estepe é levemente amarelado, com massa macia, sabor suave, frutado e adocicado. De maturação longa, possui olhaduras e casca semidura. Presença obrigatória em uma mesa de queijos e vinhos.

Quer deixar o seu sanduíche mais sofisticado? Experimente acrescentar o estepe. Versátil, esse queijo também combina com pizza, molhos, massas, tortas, polentas e batatas. Para harmonizar, vinho branco, cachaça clara e cerveja forte.

Queijo prato

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Queijo de origem brasileira, untoso, textura cremosa e aroma levemente adocicado. Muito presente na culinária nacional, o prato lembra a mussarela, porém é menos gorduroso e com sabor mais acentuado. Sua maturação dura entre 25 e 60 dias.

Uma pizza com queijo prato, gouda e parmesão fica irresistível. Também combina com misto-quente, bolo de fubá, omelete, banana frita, suflê, tortas, molhos e massas. No happy hour, harmoniza com cerveja clara. Em uma tábua de queijos, pede um vinho tinto leve.

Queijo parmesão

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O parmesão é um queijo de origem italiana, alta cura, textura granulada e sabor intenso. Possui uma massa compacta, coloração amarelada e crosta grossa. A cura exige um período mínimo de 6 meses, no entanto, é recomendado fazer uma maturação de 8 a 12 meses.

A origem do parmesão diz muito sobre o tipo de prato que ele mais combina: massas! Perfeito para ralar, é o condimento das finalizações. Coloque na salada, risotos, sopas e pão de queijo. Um toque de culinária moderna pede crocante de parmesão como acompanhamento. Combina com cerveja escura, vinho tinto envelhecido e whisky.

Queijo provolone

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Outro queijo italiano que conquistou o coração dos brasileiros. O provolone passa por um processo de defumação, ganhando sabor intenso e muito característico. O tempo mínimo de maturação é 60 dias. Quanto mais curado, mais forte sua picância.

Quem gosta de comida de boteco sabe que o provolone e o salame formam uma bela dupla. O queijo pode ser ralado para finalizar pratos. É ótimo para rechear bolinhos fritos, tortas e batatas. Pode entrar na finalização de molhos e acompanhar o parmesão no pão de queijo. Combina com cerveja clara, vinho tinto e whisky.

 

Gorgonzola

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Tradicional da família dos queijos azuis, o gorgonzola possui um sabor muito peculiar, massa cremosa e veias azuis. De origem italiana, seu aroma forte conquistou o mundo da culinária. Seu processo de fabricação dura em torno de 90 dias.

Sem dúvidas, o gorgonzola merece um espaço na tábua de queijos. Combina com carnes vermelhas, acentua o sabor dos molhos, é um ótimo recheio sanduíches frios e tomates assados. Para ousar, faça um cheesecake de gorgonzola com peras. Harmoniza com cerveja escura, cachaça escura e vinho tinto.

No dia das compras, já sabe: coloque os queijos especiais na cestinha. Sua cozinha ficará muito mais saborosa e aromática. Para organizar um jantar especial, a dica é apostar na harmonização de queijos e vinhos. Uma duplinha sofisticada e prática que entrega experiência completa.

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Guia de harmonização de queijos e vinhos: regras básicas e dicas

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Se separados já fazem sucesso, juntos criam experiências repletas de sabores e aromas. A afinidade entre o vinho e o queijo possui uma longa caminhada. A duplinha nasce de um costume camponês, ganha espaço em restaurantes e vira obsessão entre enólogos e entusiastas. Isso porque compartilham uma linguagem em comum: a harmonização de queijos e vinhos. Acompanhe o guia abaixo e aprimore suas habilidades!

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Regras básicas para harmonizar queijos e vinhos

Assim como o tempo melhora um vinho, também melhora os queijos de maturação longa. Cada um com sua característica, sabor e aroma. Cabe a você encontrar a combinação perfeita e criar harmonizações divinas ao paladar. Para isso, considere as regras básicas:

  • Intensidade: queijos leves e suaves combinam com vinhos frescos. Queijos intensos pedem vinhos encorpados.
  • Teor de gordura: queijos gordurosos combinam com vinhos secos. Os menos gordurosos combinam com vinhos frutados.
  • Semelhança: queijos e vinhos com características semelhantes formam uma boa dupla, por exemplo, queijo macio e vinho branco.
  • Contraste: queijos salgados harmonizam com vinhos mais ácidos, de sobremesa e fortificados.
  • Região de origem: geralmente, a região que produz queijo também produz vinho. Escolha produtos do mesmo estado ou cidade, pois compartilham características complementares.

 

Um conselho importante para iniciantes: experimente! Faça combinações, aguce seu paladar e não tenha medo de errar. Com o tempo, você desenvolverá suas habilidades e conhecerá suas preferências.

 

Vinho ideal para cada tipo de queijo

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Há diversos tipos de queijos: frescos, macios, média cura, alta cura e azuis. Do mesmo modo, há uma grande variedade de vinhos: tintos, brancos, suaves, secos etc. Uma harmonização bem-sucedida pede atenção às nuances de sabores. Observe as dicas abaixo.

Queijos frescos

Os queijos frescos não passam pelo processo de maturação. São exemplos dessa categoria: mussarela italiana, queijo minas, mascarpone, feta e burrata. Leves e prontos para serem consumidos logo após a fabricação, eles combinam com vinhos leve e frutados.

Os vinhos brancos e jovens harmonizam perfeitamente com os queijos frescos. Escolha rótulos das uvas Sauvignon Blanc, Abariño e Chardonnay. Para quem gosta de rosé, dê preferência aos rótulos mais delicados, sem exagerar na acidez. Um espumante brut também é bem-vindo.

Queijos macios

Os queijos macios possuem sabores mais acentuados que os frescos, por isso pedem vinhos com aromas marcantes, que trazem peso ao paladar. Estão nessa categoria: brie, camembert, coulommiers e edam.

A dica é apostar em vinhos com notas terrosas. A uva Pinot Noir é ideal para ocasiões elegantes. Para quem gosta de vinhos tintos: Cabernet Franc, Gamay e Beaujolais, que são frutados e com baixa carga tânica. Aos apreciadores de vinho branco: Chenin Blanc e Sauvignon Blanc.

 

Queijos de média cura

Os queijos de média cura passam por um processo moderado de maturação. Geralmente possuem sabor levemente adocicado. Os mais populares são: gruyère, gouda, emmental, manchego e comté.

Para quem gosta de vinho tinto, a dica é apostar nos frutados de tanino médio: Dolcetto, Barbera e Merlot. Rosés e espumantes demi-sec também possuem afinidade com esses queijos. No time dos vinhos brancos, estão os rótulos: Grüner, Torrontés e Veltliner.

 

Queijos de alta cura

Os famosos queijos duros passam por um longo período de maturação, ganhando textura firme e sabor acentuado. Entre eles, estão: parmesão, grana padano, pecorino, provolone e parmegiano reggiano.

A harmonização perfeita pede vinhos estruturados, com sabores complexos, e rótulos envelhecidos. Pode apostar em uma boa estrutura tânica. Opções clássicas são: Chianti, Barolo, Malbec, Syra e Barbaresco.

 

Queijos azuis

Sabores intensos e picantes marcam os queijos azuis. Com um bolor característico, gorgonzola, roquefort e stilton possuem odor forte e textura úmida. Para trazer equilíbrio à harmonização, a dica é apostar no contraste.

Vinhos doces e brotizados equilibram a intensidade dos queijos azuis. Experimente Sauternes, Vinho do Porto, Riesling, Gewürztraminer. Se quer ousar, aposte em vinhos envelhecidos com acidez controlada. Um espumante com alta carga aromática, como o Prosecco, também faz sucesso.

A verdade é que quando você começa a harmonizar, não quer mais parar. Há muitos sabores, possibilidades e descobertas culinárias. Antes de abrir sua garrafa de vinho e montar uma tábua de queijos, confira o próximo tópico.

Como servir: vinhos e queijos

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Vinhos e queijos combinam com diversas situações: jantar romântico, formal, casual e celebrações. No inverno, trazem aconchego para a mesa. A primeira dica é considerar a quantidade de pessoas. Se o queijo for a estrela da degustação, considere cerca de 150 a 200 gramas por pessoa. Se ele for o petisco, 100 gramas. Também calcule uma garrafa de vinho para cada duas pessoas.

Em uma tábua, o ideal é dividir os queijos por categorias, oferecendo frescos, macios, média cura, alta cura e azuis. Você pode fazer uma degustação por etapas: queijos brancos e macios com vinho branco; queijos de média cura com vinho frutado; queijos de alta cura com vinho envelhecido e bem encorpado; queijos azuis com vinho doce.

Também é possível fazer uma degustação genérica. Escolha dois vinhos que não sejam muito contrastantes com os queijos – nem leve, nem fresco e nem encorpado. Uma boa opção é combinar um vinho branco de estirpe e um tinto de tanino médio. Para petiscos e entradinhas, uma degustação focada é a mais prática. Escolha um tipo de queijo e um rótulo de vinho.

Se você já sabe qual vinho servirá, escolha os queijos para combinar com a sua seleção. A ordem da degustação segue a intensidade de sabores – do suave ao acentuado. Na tábua, acrescente pães, embutidos, geleias, frutas frescas e secas.

Outra opção é utilizar queijos especiais para incrementar suas receitas. Assim, o prato será a estrela da mesa e a harmonização com o vinho ficará mais fácil. Você pode servir apenas um rótulo ou seguir um estilo.

A harmonização de queijos e vinho é a arte de explorar sabores. Use as dicas como um norte, mas não tenha receio de soltar a criatividade, confiar no seu paladar e experimentar suas próprias combinações. Agora, é só montar uma tábua de queijos, abrir uma garrafa de vinho e harmonizar.

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guia sobre maturação, intensidade, como escolher

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De um almoço rápido aos pratos sofisticados, os queijos trazem alegria, sabor e aroma para nossa mesa. Os mais conhecidos são produzidos a partir da coagulação do leite de vaca, cabra, ovelha e búfala. Além de considerar a origem do produto, os tipos de queijos são agrupados de acordo com a maturação e intensidade. Essas características fazem toda a diferença na hora de escolher a melhor opção para sua receita ou montagem de tábua de frios. Acompanhe o guia abaixo!

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Tipos de queijo

Há mais de 6000 a.C, a humanidade aprecia o queijo. Uma cultura mundial, com produção em larga escala, artesanal, regional e local. Com tantas opções, a gente fica até meio sem saber como escolher um ou outro. A forma mais fácil é considerar o período de maturação: fresco, macio, média cura, alta cura e azul.

Queijos frescos

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Os queijos frescos não passam pelo processo de maturação. Eles estão prontos para consumo logo após a fabricação. Como retêm bastante soro de leite, são úmidos e suaves. Entre os mais conhecidos está o queijo minas, que possui massa crua, sabor delicado e baixa caloria.

A burrata e a mussarela italiana (fabricada com leite de búfala) são queijos frescos de massa filada. A burrata, ao ser cortada, possui uma textura cremosa que se espalha, resultando em um sabor leve e untoso. Já a mussarela possui consistência firme, textura macia e uma leve acidez. Outras opções são: chevre, cottage e feta.

 

Queijos macios

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Com menos umidade que os queijos frescos, os macios apresentam massa mole. Os mais conhecidos possuem a interferência do mofo, que resulta em uma casquinha aveludada, por isso também são chamados de queijos de fungo branco. Cremosos, eles passam pelo processo de cura, porém não por muito tempo.

O brie é um dos queijos macios mais popular. Seu sabor lembra cogumelo, é suave e adocicado. O camembert possui um tempo de maturação maior, que aumenta sua cremosidade e a potência do sabor levemente amanteigado. Com consistência semimole, o edam possui nuances salgadas de nozes.

Queijos de média cura

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Os queijos média cura, como o nome indica, passam por um período médio de maturação, resultando em um sabor bastante acentuado, textura granulada e formação de pequenos cristais de proteínas. A maioria apresenta olhaduras – furinhos formados pela produção interna de gás carbônico.

Ao passar por uma média cura, o emmental ganha cor amarelada, casca escovada, sabor suave e levemente adocicado. De origem holandesa, o gouda chama a atenção com sua casca fina e sabor frutado. O gruyère possui sabor mais forte, com nuances de nozes e mel, além de uma textura cremosa.

 

Queijos de alta cura

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Com baixa umidade e longo processo de maturação, os queijos curados são duros e bem prensados. Ótimos para gratinar e ralar, quando jovens, são untosos e suaves. Quando amadurecem, ganham características aromáticas, sabores intensos e levemente salgados.

O parmesão, por exemplo, possui consistência dura, crosta firme e textura granulosa. Com a maturação, sua cor fica ligeiramente amarelada e seu odor vai de suave a forte. O provolone é famoso por sua gama de sabores, que vai do doce ao picante. Também é muito comum esse queijo passar por um processo de defumação.

 

Queijos azuis

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Os queijos ganham uma coloração diferenciada devido ao fungo Penicillium Roqueforti (benéfico para a saúde). Originalmente, a maturação aconteceu por acaso, em cavernas naturais. Atualmente, a produção em longa escala adiciona o mofo à massa.

O gorgonzola é um dos queijos azuis mais consumidos no Brasil. Possui sabor levemente picante, textura semimacia e odor forte. O roquefort é fabricado a partir do leite de cabra, sua massa é mais seca e quebradiça.

Os tipos de queijos vão muito além da popular mussarela que chega à casa da maioria dos brasileiros. Aproveite a diversidade de sabores, texturas e maturação para soltar a criatividade na cozinha.

 

Intensidade dos queijos

Quanto mais você aprende sobre queijos, mais conseguirá aproveitar as características de cada um para criar camadas de sabores, combinações e contrastes. A intensidade está relacionada ao tempo de maturação. Abaixo, conheça a escala de Président:

  • Suave – 0 a 4: queijos recomendados para o início da degustação. Os mais conhecidos são mussarela (0), prato (2), gouda (3) e estepe (4).
  • Moderado – 5 a 7: oferece nuances adocicadas ao paladar, combinando perfeitamente com geleias. Experimente gruyère (5), brie (6) e emmental (7).
  • Acentuado – 8 a 12: sabor concentrado e forte. Geralmente os queijos são mais salgados e picantes, como o maasdam (8), reino (9), provolone (10), camembert (11) e provolone (12).

Para montar uma tábua de queijos, por exemplo, o recomendado é ir do suave ao acentuado. Harmonize com acompanhamentos e bebidas.

Como escolher o tipo de queijo para cada prato?

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Comece o dia com um café da manhã leve e saboroso. Os queijos frescos combinam com geleias, doces, torradas e sanduíches. Em saladas, a mussarela italiana e o queijo minas fazem toda a diferença. Evite aquecer esses queijos.

O brie, camembert e outros queijos de massa mole podem ser levemente aquecidos. São ótimas opções para servir com geleias e frutas secas. O sabor do edam casa perfeitamente com pera, maçã e pêssego.

Para gratinar, a mussarela de leite de vaca é uma das opções mais conhecidas. Fica ótima em lasanhas, pizzas e tortas. Se você quiser sabores mais pronunciados, use emmental ou gruyère, que derretem e esticam. Esse último também combina com sopas.

Os molhos cremosos pedem gorgonzola, gruyère, pecorino e gouda. Um ótimo acompanhamento para carnes é o molho de provolone. O sabor picante eleva o nível do prato. Uma opção sofisticada é o risoto de gorgonzola com pera.

Os queijos duros são usados para temperar pratos. O parmesão ralado acompanha muito bem uma massa de molho vermelho. Para variar, rale pecorino ou grana padano. No churrasquinho, não pode faltar o queijo coalho. Na noite do boteco, provolone e salame acompanham uma cervejinha gelada em grande estilo.

Além da combinação com alimentos, é preciso pensar nas bebidas. Na dúvida, um vinho branco é a opção mais segura. Entretanto, a harmonização de queijos e vinhos vai muito além. Explore os sabores!

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como organizar, o que servir e harmonizações

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O amor a gente fisga é pela barriga! Provavelmente, você já ouviu esse ditado popular. E se ele anda de boca em boca por tanto tempo, traz alguma lição. A culinária é afeto, uma forma de demonstrar atenção, construir memórias, explorar sabores e se aproximar das pessoas. Seja para celebrações especiais, como Dia dos Namorados, ou para quebrar a rotina durante a semana, faça um jantar romântico. A gente vai te ajudar nessa missão com dicas de organização, cardápio e harmonizações.

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Como organizar um jantar romântico

Queremos clima de romance em cada detalhe do jantar. Faça uma lista com tudo o que você precisa organizar e comprar. Não precisa gastar horrores, priorize o conforto e o estilo das pessoas que aproveitarão a noite. Para deixar o espaço perfeito, considere:

  • Decoração: flores naturais, velas e lustres são elementos que trazem o clima de romance. Na paleta de cores, o vermelho é um clássico, mas você pode sair do comum e apostar em tons terrosos, rosa, rosé gold etc. Coloque fotos do casal no espaço, espalhe pétalas de rosas e balões de gás hélio temáticos.
  • Mesa posta: a cor predominante da mesa posta precisa harmonizar com o restante da decoração. Para deixar o clima romântico, inclua toalha de renda, louças delicadas, talheres de prata ou douradas, guardanapo amarrado com fita de cetim, sousplat, taças e balde de gelo. Cuidado para não sobrecarregar a mesa.
  • Trilha sonora: se você e seu amor têm uma música, ela precisa entrar para a playlist. Faça uma seleção que agrade o casal, preferindo músicas calmas ou instrumentais, principalmente durante a refeição. Não deixe o volume muito alto para não atrapalhar a interação.

Decoração minimalista, objetos pessoais e luz baixa – explodem corações! Coloque as velas em lugares estratégicos para evitar acidentes. Os incensos também são bem-vindos, escolha aromas doces e suaves.

 

Cardápio especial para jantar romântico

Chegamos na parte mais importante de um jantar um romântico: o cardápio! A dica é criar memórias afetivas. Quando o casal for falar sobre esse dia, dirá: “a entrada estava perfeita, o prato principal divino e a sobremesa de outro mundo”. Não precisa ser um mestre da culinária, pois algumas receitas nasceram para o romance. Confira abaixo!

Entradas

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A entrada é o momento do denguinho, o casal está entrando no clima do jantar. A principal dica é não utilizar ingredientes com sabores muito marcantes, pois eles podem sobrepor o próximo prato. Também preste atenção à quantidade, o ideal é servir pequenas porções (sem ser muito mixuruca) e deixar um gostinho de quero mais na boca.

Para algo rápido e elegante, a melhor opção é apostar em uma tábua de queijos, torradinhas, pães, geleias e frutas. Capriche na seleção de queijos – entre 2 a 4 tipos, preferencialmente frescos, macios e de média cura, que possuem sabores menos acentuados. Frutas e geleias coloridas deixarão a apresentação mais romântica. Se o casal gosta de picância, a duplinha queijo brie e geleia de pimenta é afrodisíaca.

Considere o prato principal, por exemplo, se for massa ou risoto, a burrata é uma entrada perfeita. Leve e fresca, pode ser servida com tomate confitado, salmão defumado, presunto cru, molho pesto, figos e mel. Para acompanhar, torradinhas e pães.

Outras entradas que combinam com o clima de romance são: bruschetta caprese, chips de provolone e caponata de berinjela. Uma opção barata, fácil de fazer, delicada e chique é o canapé. Há diversos recheios, mas o canapé de ricota com azeitonas é o casamento perfeito de sabores.

Prato principal

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Digamos que o prato principal é o coração do jantar. Então, capriche, escolha com muito carinho e procure agradar aos gostos do casal. As massas nasceram para o amor: lasanha bolonhesa ou quatro queijos, noque de mandioquinha, espaguete à carbonara, conchiglione recheado e ravioli.

Sucesso na gastronomia atual, o risoto é um prato que fisga o coração. O segredo está na cremosidade e preparo do caldo. Escolha ingredientes que tragam elegância e delicadeza para a mesa, como risoto de queijo e alho-poró, gorgonzola e nozes, camarão com parmesão, brie com damasco ou o clássico shiitake.

 

Para quem não dispensa a carne em um prato principal, a dica é caprichar no molho. Um cupim assado com molho madeira pode ser servido com arroz e batatas. O lagarto assado com molho de mostarda é afrodisíaco. Mignon com gorgonzola ou lombinho com molho de queijo parmesão são para se declarar em forma de sabores.

Peixes grelhados, assados, com molhos e moquecas também podem ser servidos no prato principal. Se o tempo estiver friozinho, vale apostar na queridinha dos apaixonados: a fondue de queijo. Para o molho, queijo gouda, emmental, gruyère, cheddar ou gorgonzola. Nos acompanhamentos, pães, champignons, brócolis, tomate-cereja, carnes vermelhas, frango, damasco e goiabada.

Sobremesas

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Um docinho para adoçar a vida, o beijo e o amor. Jantar romântico, com certeza, merece sobremesa. A principal dica é não exagerar no açúcar. Se você servir carne no prato principal, escolha uma sobremesa mais leve, combinando doce e salgado, como geleia de morango ou amora com queijo gouda. Uma torta de frutas cítricas também combina.

Para finalizar um jantar com massas, as sobremesas de origem italiana fazem sucesso. O tiramisù é o casamento perfeito entre o doce e o amargo, combinando biscoitos champagne embebidos em café, creme de queijo mascarpone e cacau em pó. Outras opção são: a panna cotta e o semifredo.

A combinação entre o queijo e a goiabada, conhecida como Romeu e Julieta, é a prova que os opostos se atraem. O melhor de tudo: você não precisa de grandes habilidades doceiras para fazer uma mousse Romeu e Julieta, além de rápida e prática, é uma opção barata. É possível apostar em outros sabores, como mousse de manga, limão, maracujá com chocolate e abacaxi.

Quer fechar o jantar com elegância e delicadeza? A confeitaria francesa é puro charme e sabores. Aposte no tradicional petit gâteau, crepe suzette ou crème brûlée. Outra opção sofisticada é o cheesecake de frutas vermelhas. Se for a noite da fondue, após as opções salgadas, sirva fondue de chocolate com muitas frutas, como banana, morango, uva, pêssego e kiwi.

Bebidas para harmonizar

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Durante o jantar, a gente gosta de molhar a boca. Assim como os pratos precisam seguir uma linha de harmonização, as bebidas também precisam. Se o casal não consome bebidas alcoólicas, há espumantes sem álcool ideais para a ocasião. A dica é sair do suco comum, combinando frutas, ervas frescas e água com gás.

Com o álcool liberado, vale deixar a breja do mercado para outro dia. Se o casal não abre mão da bebida fermentada, escolha cervejas artesanais. Lager, IPA e brown ale acompanham muito bem carnes vermelhas. Com frutos-do-mar, cerveja de trigo. Massas de molho vermelho pedem belgian pale ale. Molhos com queijos macios e frescos, fruit beer e weissbier.

A bebida mais famosa em um jantar romântico é o vinho. Os aromas e sabores despertam os sentidos. Os rótulos com notas florais, frutadas ou apimentadas esquentarão o clima. Sedutor, o pinot noir combina com molhos leves, massas, peixes e aves. Para pratos mais robustos, como carnes vermelhas, um malbec. Vinhos brancos e rosés são refrescantes e harmonizam com queijos frescos e macios.

O ideal é começar o jantar com um vinho mais leve e finalizar com um rótulo encorpado, tinto ou envelhecido. Romance garantido, vale planejar uma noite de queijos e vinhos. Traduza seu amor em sabores e aprecie as belezas da vida em boa companhia.

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