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Modelo de 60 anos que concorreu ao prêmio Miss Universo Argentina fica sem a coroa

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A representante da província Buenos Aires foi Alejandra Rodríguez, que tem 60 anos. O torneio foi vencido pela representante da província de Córdoba. Modelo de 60 anos vence Miss Universo de Buenos Aires
A modelo Alejandra Rodríguez, que tem 60 anos e viralizou ao vencer o Miss Universo da província de Buenos Aires em abril, não levou a coroa no torneio nacional para escolher a Miss Universo Argentina. A vencedora foi Magalí Benejam, da província de Córdoba.
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Advogada, jornalista e modelo, Alejandra concorreu sob o lema de “sempre é possível”. (Leia mais sobre Alejandra abaixo)
Esta foi a primeira edição do concurso de beleza nacional que ocorre sem limite de idade para as participantes, anteriormente de 28 anos. Alejandra foi a mais velha do concurso. As outras finalistas tinham entre 18 e 40 anos.
A vencedora deste ano, Magalí Benejam não poderia concorrer se o limite de idade fosse de 28 anos —ela tem 29,
Quem é a modelo argentina de 60 anos que venceu concurso de beleza e pode virar candidata ao Miss Universo
Alejandra Rodríguez, de 60 anos, candidata ao Miss Universo Argentina. Ao centro, a modelo vestido traje de gala no evento preliminar e com o look da direita ela fez a etapa da entrevista, segundo a organização do concurso.
Reprodução/redes sociais
Quem é Alejandra Rodríguez
Advogada, jornalista e agora modelo, Alejandra Rodríguez vive e trabalha na cidade de La Plata, na grande Buenos Aires, e foi estreante na competição regional aos 60 anos.
“Eu nunca havia me inscrito. Agora surgiu essa oportunidade e me pareceu um desafio, uma proposta muito interessante. Foi uma decisão bastante pensada, mas, graças à diretora do Miss Universo Buenos Aires, decidi me inscrever aos 60 anos”, contou Alejandra em entrevista ao canal TN na terça-feira (24).
Alejandra Rodríguez tem 60 anos e vai disputar o Miss Argentina
Marcos Gomez/AFP
Alejandra contou à equipe do Miss Universo Buenos Aires que ela gosta da natureza, sol, tranquilidade, sentar-se diante do mar e ouvir o som das ondas, meditar e dos animais.
Ela não é casada atualmente e não namora, segundo depoimento ao canal TN.
A modelo ainda disse que entre seus hobbies estão caminhar, praticar atividade física, cozinhar, poesia, sair com os amigos, viajar e conhecer novas paisagens, pessoas e culturas.
Advogada, jornalista e modelo Alejandra Rodríguez tem 60 anos e vai disputar o Miss Argentina.
Reprodução/redes sociais
Segundo o jornal “La Nación”, o segredo de Alejandra para evitar o envelhecimento é consumir alimentos saudáveis, de preferência orgânicos.
“A beleza não é apenas o físico, e sim tem a ver com a atitude perante a vida, que vai além da estética. Por isso, acho que o concurso veio para quebrar esses estereótipos, e é isso que está lhe dando tanta visibilidade”, diz Alejandra ao canal TN.
Antes de decidir participar do concurso de beleza, Alejandra era gente como a gente. Postava selfies, fotos de paisagens e de gatos em suas redes sociais e atuava como advogada de hospital e autônoma.
Em sua conta de Linkedin, Alejandra detalha que é formada pela Universidade Nacional de La Plata em Jornalismo e Direito em 2000 e atualmente trabalha como advogada de um hospital ligado ao Ministério da Saúde da província de Buenos Aires, além de também atuar como advogada liberal nos âmbitos do direito da família e civil. Ela ainda diz que se interessa pelo jornalismo de turismo e tem disponibilidade para viajar.
Em sua conta no Instagram, que acumula quase 29 mil seguidores, Alejandra compartilha fotos de viagens que fez para diversos locais do mundo, como praias na Bahia e no Rio de Janeiro.
O concurso Miss Universo, criticado por muito tempo por promover ideias ultrapassadas e estereotipadas de feminilidade, é realizado desde 1952.
Aos 60 anos, Alejandra Rodríguez sonha em disputar o Miss Universo
Marcos Gomez/AFP
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Homens armados deixam mortos e feridos em ataques a posto policial e templos religiosos na Rússia; VÍDEO

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O atentado provocou a morte de seis policiais e deixou ao menos 12 feridos, segundo o Ministério do Interior da região. Homens armados disparam no norte do Cáucaso, na Rússia, e seis policiais são mortos
Homens armados abriram fogo em uma sinagoga, em uma igreja ortodoxa e em um posto policial na região russa do Daguestão, no norte do Cáucaso, neste domingo (23).
O atentado provocou a morte de seis policiais e deixou ao menos 12 feridos, segundo o Ministério do Interior da região.
Citado por agências de notícias russas, o ministério informou que dois homens armados foram mortos a tiros durante os incidentes. Um padre ortodoxo também teria sido morto.
As agências russas informaram que brigas de rua estavam tomando conta de Makhachkala, principal cidade administrativa do Daguestão, região majoritariamente muçulmana no Mar Cáspio.
Um canal não oficial no aplicativo de mensagens Telegram, Mash, afirma que a polícia se preparava para invadir um prédio onde os homens armados estavam escondidos em Derbent, cerca de 125 quilômetros mais ao sul.
Uma sinagoga e uma igreja em Derbent, lar de uma antiga comunidade judaica e Patrimônio Mundial da UNESCO, também foram atacadas.
Agências também creditaram ao Ministério do Interior a informação de que tanto a sinagoga quanto a igreja estavam em chamas.
Nuvens de fumaça em Derbent, Rússia, em imagem estática obtida de vídeo
Reuters

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Pequinês é eleito o cão mais feio do mundo; VÍDEO

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Wild Thang já havia participado de 5 concursos do tipo, e foi a primeira vez que ganhou. Conheça o ‘Cão Mais Feio do Mundo’
Um concurso na Califórnia, nos Estados Unidos, elegeu o “cachorro mais feio do mundo”: é o pequinês chamado Wild Thang, um peludo de 8 anos.
O cão já havia participado de cinco competições do tipo, mas essa foi a primeira em que saiu vitorioso. Sua tutora conseguiu um cheque de 5 mil dólares como prêmio e vai participar de um programa de TV em Nova York, segundo a Reuters.
Pequinês peludo vence concurso de cão mais feio do mundo
Reprodução/redes sociais
O concurso é feito todo ano para aumentar a conscientização sobre o resgate e adoção de animais.
O segundo colocado foi um pug de 14 anos que usa cadeiras de rodas.
Pequinês Wild Thang é eleito o mais feio do mundo
Reprodução/redes sociais

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Bombardeio deixa 22 mortos perto da sede da Cruz Vermelha na Faixa de Gaza

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Escritório fica rodeado de pessoas desalojadas, segundo a entidade. Exército de Israel afirmou não ter identificado bombardeio em áreas humanitárias. Mulher chora após bombardeio atingir acampamento em Al-Mawasi, na Faixa de Gaza, em 21 de junho de 2024
REUTERS/Mohammed Salem
Vinte e duas pessoas morreram e outras 45 ficaram feridas em um bombardeio que danificou o escritório do Comitê Internacional da Cruz Vermelha na Faixa de Gaza. As informações foram divulgadas pela própria organização, na sexta-feira (21).
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O escritório da Cruz Vermelha na região fica rodeado por centenas de pessoas desalojadas. Em uma rede social, a entidade disse que várias vítimas foram levadas para o hospital.
“Disparar tão perigosamente perto de estruturas humanitárias, cuja localização é de conhecimento das partes no conflito e que estão claramente marcadas com o emblema da Cruz Vermelha, coloca em perigo a vida dos civis e dos funcionários”, criticou a Cruz Vermelha.
O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, acusou os militares israelenses de terem “atacado as tendas dos civis deslocados em Al-Mawasi”.
À AFP, um porta-voz das Forças de Defesa de Israel afirmou que uma investigação inicial aponta não haver indícios de ataque em zona humanitária. No entanto, o caso está sendo apurado.
Hamas acusa Israel de matar 25 pessoas em ataque a acampamento
Intensificação dos ataques
As forças israelenses intensificaram, nesta sexta-feira, bombardeios na Faixa de Gaza, segundo testemunhas.
“Foi um dia difícil e muito violento na Cidade de Gaza. Até agora, cerca de 30 mortos foram levados ao hospital Al Ahli”, afirmou o médico Fadel Naim, diretor da instituição.
Palestinos também relataram bombardeios no centro do território e em Rafah, na região sul.
Mais de 1 milhão das 1,4 milhão de pessoas que viviam em Rafah — em sua maioria deslocadas por causa da guerra — fugiram da região desde 7 de maio. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS) e levam em conta o início da operação terrestre de Israel na área.
Após mais de oito meses de guerra, a situação em Gaza é crítica, e a população está à beira da fome, segundo a ONU.
Segundo um dos agentes da OMS, a ajuda humanitária chega a conta-gotas e a “pausa” diária anunciada pelo Exército israelense nas operações no sul não tem “nenhum impacto” no encaminhamento de alimentos.
A guerra começou em 7 de outubro, quando militantes do Hamas invadiram Israel e mataram 1.194 pessoas. Além disso, 251 vítimas foram sequestradas. O Exército israelense estima que 116 pessoas continuam em cativeiro em Gaza, 41 das quais teriam morrido.
Em resposta, Israel lançou uma ofensiva que já deixou pelo menos 37.431 mortos em Gaza, sendo a maioria civis, segundo o Ministério da Saúde do Hamas.
O Exército israelense anunciou nesta sexta-feira a morte em combate de dois soldados no centro de Gaza. São mais de 300 militares israelenses mortos desde o início da operação terrestre no território palestino, em 27 de outubro de 2023.
A ‘existência’ de Israel
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou na quinta-feira (20) que Israel está travando “uma guerra por sua existência” e que i país precisava das armas dos Estados Unidos.
“Nenhum outro país faz mais para ajudar Israel a se defender contra a ameaça do Hamas”, respondeu o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Kirby.
O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, que se reuniu na quinta-feira em Washington com autoridades israelenses, também destacou “a importância de evitar uma nova escalada no Líbano”, onde o Hezbollah abriu uma frente em apoio ao Hamas.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, também alertou que o Líbano não deve se tornar “outra Gaza”. Ele destacou o aumento dos confrontos na fronteira israelense-libanesa e as ameaças entre Israel e o Hezbollah.
O chefe do Hezbollah, Hasan Nasrallah, afirmou na quarta-feira (19) que “nenhum lugar” em Israel estaria seguro se o governo israelense abrisse uma frente na fronteira norte do país.
O chefe do Exército israelense, general Herzi Halevi, respondeu que o país tem “capacidades infinitamente superiores” às do Hezbollah.
VÍEOS: mais assistidos do g1

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