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Black Hawk: conheça o helicóptero militar dos EUA que o Brasil deseja comprar

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Governo norte-americano aprovou proposta brasileira para compra de modelos UH-60. Aeronaves podem ser usadas em diversos tipos de operações, inclusive de resgate. Black Hawk UH-60 sobrevoando área de enchente, nos Estados Unidos, em 2011
AP
O governo dos Estados Unidos anunciou que aprovou um pedido do Brasil para uma possível venda de 12 helicópteros UH-60M Black Hawk, além de equipamentos, nesta sexta-feira (24). O valor total do investimento foi orçado em US$ 950 milhões (R$ 4,9 bilhões), segundo o Pentágono.
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🗺️ Sucesso global: modelos Black Hawk são usados há mais de 40 anos pelos militares norte-americanos.
Além dos Estados Unidos, forças de mais de 30 países possuem helicópteros Black Hawk.
Atualmente, são mais de 4 mil aeronaves do tipo em serviço em todo o mundo, sendo 2.135 apenas no Exército dos Estados Unidos.
A Força Aérea Brasileira (FAB) também tem helicópteros deste modelo — usados, inclusive, nas enchentes do Rio Grande do Sul.
🚁 Características: o UH-60M Black Hawk pesa quase 6.000 kg e pode transportar 11 pessoas sentadas, além de 4 tripulantes.
O modelo permite o transporte de cargas de até 4.000 kg.
Em voo, o helicóptero pode atingir quase 300 km/h.
A cabine dos pilotos possui quatro monitores, além de radar para tempestades e mapa digital.
Segundo a fabricante, o helicóptero foi desenvolvido seguindo os padrões das Forças Armadas dos Estados Unidos.
O modelo é considerado o mais seguro e com melhor custo-benefício em operação atualmente.
🫡 Multifunção: veja, a seguir, como o modelo pode ser usado.
💥Ataque: pode ser usado em missões militares, inclusive em guerras, com o transporte de tropas e escolta. Uma das variações do helicóptero possui um sistema avançado de armas, permitindo que os pilotos ataquem alvos com metralhadoras, foguetes e mísseis.
🚨Resgate: outra função bastante comum é o uso do modelo para operações de busca e resgate. Um guincho pode ser instalado para içar pessoas em cenários de desastre. Além disso, sensores e radares meteorológicos podem ajudar nas buscas.
⛑️Transporte médico: outra variante do modelo, conhecida como “Medevac”, substitui assentos das tropas por macas. Desta forma, o helicóptero pode transportar pacientes para hospitais ou locais seguros.
🔥Combate a incêndios: existe a opção de instalação de tanques de água ou do “Bambi Bucket”, que é uma espécie de balde gigante. Ele já foi usado, por exemplo, para combater incêndios florestais nos Estados Unidos.
📦Entrega de equipamentos: o helicóptero permite o transporte de cargas de até 4.000 kg de forma externa ou interna. O modelo, por exemplo, tem capacidade para transportar veículos leves.
🎖️Transporte de autoridades: o helicóptero também tem uma cabine que pode ser transformada em uma espécie de escritório com equipamentos de comunicação. Isso ajudaria, por exemplo, no transporte de chefes de Estado.
Black Hawk UH-60 combatendo incêndio florestal, nos Estados Unidos, em maio de 2022
New Mexico National Guard via AP
Interesses dos Estados Unidos
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos informou que a venda de helicópteros do modelo para o Brasil atende interesses de segurança nacional dos norte-americanos.
Na visão do governo dos Estados Unidos, as aeronaves “melhorarão a segurança de um importante parceiro regional”.
Em um comunicado publicado pela Agência de Cooperação de Segurança e Defesa dos Estados Unidos, o órgão definiu o Brasil como “força para a estabilidade política e progresso econômico na América do Sul”.
Segundo o governo dos Estados Unidos, os helicópteros possibilitarão ao Brasil:
transporte de tropas;
patrulhamento e segurança de fronteiras;
resgate médico;
assistência humanitária;
operação de buscas em cenários de desastres;
apoio à manutenção da paz.
Além disso, a Defesa dos Estados Unidos disse que a compra promoverá maior interação militar entre os dois países.
Black Hawk UH-60 voando na região do Pentágono, nos Estados Unidos, em maio de 2022
Alex Brandon/AP
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Homens armados deixam mortos e feridos em ataques a posto policial e templos religiosos na Rússia; VÍDEO

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O atentado provocou a morte de seis policiais e deixou ao menos 12 feridos, segundo o Ministério do Interior da região. Homens armados disparam no norte do Cáucaso, na Rússia, e seis policiais são mortos
Homens armados abriram fogo em uma sinagoga, em uma igreja ortodoxa e em um posto policial na região russa do Daguestão, no norte do Cáucaso, neste domingo (23).
O atentado provocou a morte de seis policiais e deixou ao menos 12 feridos, segundo o Ministério do Interior da região.
Citado por agências de notícias russas, o ministério informou que dois homens armados foram mortos a tiros durante os incidentes. Um padre ortodoxo também teria sido morto.
As agências russas informaram que brigas de rua estavam tomando conta de Makhachkala, principal cidade administrativa do Daguestão, região majoritariamente muçulmana no Mar Cáspio.
Um canal não oficial no aplicativo de mensagens Telegram, Mash, afirma que a polícia se preparava para invadir um prédio onde os homens armados estavam escondidos em Derbent, cerca de 125 quilômetros mais ao sul.
Uma sinagoga e uma igreja em Derbent, lar de uma antiga comunidade judaica e Patrimônio Mundial da UNESCO, também foram atacadas.
Agências também creditaram ao Ministério do Interior a informação de que tanto a sinagoga quanto a igreja estavam em chamas.
Nuvens de fumaça em Derbent, Rússia, em imagem estática obtida de vídeo
Reuters

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Pequinês é eleito o cão mais feio do mundo; VÍDEO

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Wild Thang já havia participado de 5 concursos do tipo, e foi a primeira vez que ganhou. Conheça o ‘Cão Mais Feio do Mundo’
Um concurso na Califórnia, nos Estados Unidos, elegeu o “cachorro mais feio do mundo”: é o pequinês chamado Wild Thang, um peludo de 8 anos.
O cão já havia participado de cinco competições do tipo, mas essa foi a primeira em que saiu vitorioso. Sua tutora conseguiu um cheque de 5 mil dólares como prêmio e vai participar de um programa de TV em Nova York, segundo a Reuters.
Pequinês peludo vence concurso de cão mais feio do mundo
Reprodução/redes sociais
O concurso é feito todo ano para aumentar a conscientização sobre o resgate e adoção de animais.
O segundo colocado foi um pug de 14 anos que usa cadeiras de rodas.
Pequinês Wild Thang é eleito o mais feio do mundo
Reprodução/redes sociais

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Bombardeio deixa 22 mortos perto da sede da Cruz Vermelha na Faixa de Gaza

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Escritório fica rodeado de pessoas desalojadas, segundo a entidade. Exército de Israel afirmou não ter identificado bombardeio em áreas humanitárias. Mulher chora após bombardeio atingir acampamento em Al-Mawasi, na Faixa de Gaza, em 21 de junho de 2024
REUTERS/Mohammed Salem
Vinte e duas pessoas morreram e outras 45 ficaram feridas em um bombardeio que danificou o escritório do Comitê Internacional da Cruz Vermelha na Faixa de Gaza. As informações foram divulgadas pela própria organização, na sexta-feira (21).
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O escritório da Cruz Vermelha na região fica rodeado por centenas de pessoas desalojadas. Em uma rede social, a entidade disse que várias vítimas foram levadas para o hospital.
“Disparar tão perigosamente perto de estruturas humanitárias, cuja localização é de conhecimento das partes no conflito e que estão claramente marcadas com o emblema da Cruz Vermelha, coloca em perigo a vida dos civis e dos funcionários”, criticou a Cruz Vermelha.
O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, acusou os militares israelenses de terem “atacado as tendas dos civis deslocados em Al-Mawasi”.
À AFP, um porta-voz das Forças de Defesa de Israel afirmou que uma investigação inicial aponta não haver indícios de ataque em zona humanitária. No entanto, o caso está sendo apurado.
Hamas acusa Israel de matar 25 pessoas em ataque a acampamento
Intensificação dos ataques
As forças israelenses intensificaram, nesta sexta-feira, bombardeios na Faixa de Gaza, segundo testemunhas.
“Foi um dia difícil e muito violento na Cidade de Gaza. Até agora, cerca de 30 mortos foram levados ao hospital Al Ahli”, afirmou o médico Fadel Naim, diretor da instituição.
Palestinos também relataram bombardeios no centro do território e em Rafah, na região sul.
Mais de 1 milhão das 1,4 milhão de pessoas que viviam em Rafah — em sua maioria deslocadas por causa da guerra — fugiram da região desde 7 de maio. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS) e levam em conta o início da operação terrestre de Israel na área.
Após mais de oito meses de guerra, a situação em Gaza é crítica, e a população está à beira da fome, segundo a ONU.
Segundo um dos agentes da OMS, a ajuda humanitária chega a conta-gotas e a “pausa” diária anunciada pelo Exército israelense nas operações no sul não tem “nenhum impacto” no encaminhamento de alimentos.
A guerra começou em 7 de outubro, quando militantes do Hamas invadiram Israel e mataram 1.194 pessoas. Além disso, 251 vítimas foram sequestradas. O Exército israelense estima que 116 pessoas continuam em cativeiro em Gaza, 41 das quais teriam morrido.
Em resposta, Israel lançou uma ofensiva que já deixou pelo menos 37.431 mortos em Gaza, sendo a maioria civis, segundo o Ministério da Saúde do Hamas.
O Exército israelense anunciou nesta sexta-feira a morte em combate de dois soldados no centro de Gaza. São mais de 300 militares israelenses mortos desde o início da operação terrestre no território palestino, em 27 de outubro de 2023.
A ‘existência’ de Israel
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou na quinta-feira (20) que Israel está travando “uma guerra por sua existência” e que i país precisava das armas dos Estados Unidos.
“Nenhum outro país faz mais para ajudar Israel a se defender contra a ameaça do Hamas”, respondeu o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Kirby.
O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, que se reuniu na quinta-feira em Washington com autoridades israelenses, também destacou “a importância de evitar uma nova escalada no Líbano”, onde o Hezbollah abriu uma frente em apoio ao Hamas.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, também alertou que o Líbano não deve se tornar “outra Gaza”. Ele destacou o aumento dos confrontos na fronteira israelense-libanesa e as ameaças entre Israel e o Hezbollah.
O chefe do Hezbollah, Hasan Nasrallah, afirmou na quarta-feira (19) que “nenhum lugar” em Israel estaria seguro se o governo israelense abrisse uma frente na fronteira norte do país.
O chefe do Exército israelense, general Herzi Halevi, respondeu que o país tem “capacidades infinitamente superiores” às do Hezbollah.
VÍEOS: mais assistidos do g1

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