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Desenvolvedores de 'Minecraft' brincam sobre Herobrine e contam história por trás da lenda urbana

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Game completa 15 anos nesta sexta-feira (17). Contos assustadores inventados por jogadores são tradição: ‘É assim que mitos são criados’, diz diretor criativo. Desenvolvedores de ‘Minecraft’ falam sobre Herobrine e outras lendas urbanas do jogo
As incontáveis (e assustadoras) lendas urbanas criadas por jogadores de “Minecraft” ao longo dos últimos 15 anos fazem parte da criatividade tão incentivada pelo jogo – pelo menos de acordo com os desenvolvedores do game. Assista ao vídeo acima.
São histórias, muitas vezes conhecidas como “creepypastas”, com toques sobrenaturais que flutuam sobre a barreira entre os mundos digital e real. A mais conhecida delas, qualquer fã já está cansado de saber, é chamada simplesmente de Herobrine.
A maior parte delas é claramente ficção. Outras, chegam a ser incorporadas pelo Mojang, estúdio sueco que desenvolve o game – e que evita confirmar ou negar sua veracidade com todas as letras.
“É um mistério e um conto de terror da comunidade sobre esse personagem, Herobrine, que aparece no seu mundo e constrói armadilhas ou coisas misteriosas”, diz o diretor de criação da empresa, Jens Bergensten, em entrevista ao g1.
Conhecido pelos fãs como Jeb, ele desenvolve “Minecraft” desde 2010, quando a equipe era formada por ele e pelo criador do game, Markus “Notch” Persson.
“Nós não confirmamos exatamente se é verdadeiro ou falso”, afirma, com um sorriso malandro no rosto.
O g1 publica esta semana uma série de reportagens sobre “Minecraft”, que completa 15 anos de existência nesta sexta-feira (17) como o game mais vendido do mundo, o primeiro e único a ultrapassar a barreira das 300 milhões de unidades vendidas.
Herobrine tem aparência padrão de personagem controlado pelo jogador em ‘Minecraft’, mas com olhos brancos
Divulgação
Quem, ou o que, é Herobrine?
Reza a lenda que esta lenda é quase tão velha quanto o próprio game. É difícil definir o que é realidade ou mito, mas todas as variações da história apresentam a mesma base.
De acordo com elas, o ano era 2010, antes ainda do lançamento oficial de “Minecraft”. Em um fórum de internet, um usuário anônimo compartilhava seu relato. Nele, dizia que tinha encontrado um ser misterioso em um mundo offline recém-criado.
Com aparência igual à do padrão de um personagem controlado pelo jogador, mas com olhos brancos em um rosto vazio, ele manteve a distância e desapareceu em pouco tempo.
Depois disso, coisas estranhas incomuns para os mundos gerados automaticamente pelo game passaram a aparecer, como pequenos buracos nas pedras ou pirâmides de areia no ar.
Curioso, o usuário dizia ter procurado ajuda em outros fóruns, mas seus tópicos eram misteriosamente apagados logo em seguida – ironicamente, o relato original não sofreu o mesmo destino, mas enfim.
Após certa insistência, ele teria recebido uma mensagem direta de um desconhecido que apenas o mandava parar. O nome de usuário? Herobrine.
‘Minecraft’ se tornou sucesso ao colocar jogadores em mundos com formas simples (a imagem não mostra o Herobrine. Ou será que mostra?)
Divulgação
Uma investigação de um mês revelou que este era o apelido adotado por um jogador sueco. Por acaso, irmão de “Notch”. Em um e-mail, de acordo com a história, o próprio teria confirmado que seu irmão já tinha morrido.
Interessante, né? O problema é que Persson já tuitou, ainda em 2011, que nunca perdeu um irmão. Seria o suficiente para resolver a questão, mas, 14 anos depois, milhares de vídeos sobre Herobrine ainda são produzidos todos os dias.
Fato ou fake
“Foi uma criação da comunidade. Foi uma história que ganhou vida própria e que foi sendo contada no YouTube, no Reddit e nessas coisas”, afirma Bergensten depois de uma certa insistência.
“As pessoas estavam recontando a história e meio que fazendo pegadinhas de YouTube, nas quais parecia que tinha acontecido de verdade, mas era editado. E as pessoas acreditavam. ‘Você viu isso?’ E é assim que um mito ganha vida.”
Warden é uma criatura inspirada por criações de jogadores de ‘Minecraft’
Divulgação
Para o Mojang, histórias do tipo fazem parte do sucesso de um game tão focado na criatividade de seus usuários. Afinal, conquistou milhões de fãs ao dar a eles ferramentas para criar aventuras próprias em mundos formados por cubos e criaturas com formatos parecidos.
Tanto que mais do que fazer mistério sobre Herobrine, a cada atualização do game, a empresa avisa, entre outros esclarecimentos sobre novidades, que “Herobrine foi removido”.
Esta obviamente não é a única lenda do tipo. Jogadores mais antigos já estão mais do que acostumados a outras creepypastas, como o “Giant Alex”, o “Entity 303” ou o “Green Steve” (este último, desconhecido pelo desenvolvedor).
Alguns, no entanto, deixam marcas tão profundas que ganham ecos dentro do jogo em si. Orgulhosa de sua relação próxima à comunidade dos fãs, a diretora do game, Agnes Larsson, conta que muitos pedidos ganham versões oficiais – ou inspiram criações da equipe.
“Uma dessas – que começou a focar mais nesses mitos, que são criados – eu diria que é o Warden, uma criatura muito assustadora”, diz ela.
“A inspiração foi muito esse tipo de coisa esquisita que é quase real. Esse foi, eu diria, parcialmente inspirado pelo ‘Thing’, do folclore criado pela comunidade. O que é muito legal.”

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Entenda o que é ser queer

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Pai de uma jovem queer, o apresentador Tadeu Schmidt falou sobre o tema em entrevista na semana passada. ‘Errado é trair, é você ser um casal hétero e ter várias amantes’, disse ao aconselhar outros pais a liderem com as descobertas e revelações dos filhos. Montagem com fotos de arquivo de 2022 mostra Tadeu Schmidt e Valentina, uma de suas filhas
Reprodução
Queer é uma palavra usada para representar as pessoas que não se identificam com as normas de gênero impostas pela sociedade e transitam entre elas, sem concordar com rótulos ou que não querem definir seu gênero/orientação sexual.
Inicialmente, o termo, que vem do inglês, era usado de forma pejorativa, como um insulto homofóbico — ao pé da letra, o significado da palavra era conhecido como “estranho”. Mas, mais recentemente, o termo foi se transformado em uma palavra de orgulho e autoidentificação por pessoas LGBTQIA+.
Pai de Valentina, que há dois anos declarou publicamente ser queer, o apresentador Tadeu Schmidt falou sobre o tema em uma entrevista à revista Quem publicada na última sexta-feira (21).
Ele mandou um recado aos pais de jovens que se identificam como queer e ressaltou que não há nada de errado com a escolha dos filhos.
“Para os pais que estão passando por esse momento de descoberta: não tem nada de errado. Não tem porque você ficar se preocupando, criticando. Não existe nada de errado na orientação sexual da pessoa. Isso diz respeito a ela”, afirmou.
“Errado é trair, é você ser um casal hétero e ter várias amantes. Errado é ser desonesto, ser mentiroso. Agora a orientação sexual da pessoa? Esquece isso”, complementou.
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Em 2021, o g1 publicou a série de reportagens “Mais que uma letra”. Em uma delas, Beta Boechat explicou o que é queer e como descobriu que não se encaixava nos padrões de gênero tradicionais. Relembre o vídeo abaixo:
Entenda em um minuto: o que é ‘queer’
Em 2022, no dia 28 de junho, Dia do Orgulho LGBTQIA+, Valentina Schmidt fez uma publicação em seu Instagram comemorando a data e falando do orgulho de ser queer.
“Eu sou queer e me orgulho”, escreveu ela em um cartaz, em inglês.
O mês de junho é dedicado ao orgulho LGBTQIA+ porque foi nesta época do ano de 1969 que a polícia invadiu um bar frequentado por membros da comunidade, em Nova York, chamado Stonewall. O episódio deu origem a uma série de protestos e, em junho do ano seguinte, surgiu a primeira grande parada LGBTQIA+, conhecida como “Libertation Day”.
LGBTQIA+: entenda o que significa cada letra da sigla
Orgulho de ser quem se é: a luta pelo reconhecimento das identidades
Valentina se identifica com a identidade de gênero queer, que representa a letra Q na sigla LGBTQIA+.
“Há um ano, tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida. Uma decisão da qual me orgulho profundamente. Tenho orgulho de ter a liberdade para falar abertamente sobre a minha sexualidade”, disse Valentina na época.
Tadeu comentou na publicação demonstrando apoio. Ele postou seis corações com cores variadas, representando a diversidade.
Mais que uma letra: entenda o que significa a sigla LGBTQIA+

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Neto de Luiz Gonzaga rebate Juliette e diz que família não foi consultada sobre adaptação de 'Pagode Russo'

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Daniel Gonzaga, um dos 4 filhos de Gonzaguinha, diz que direitos de clássico de Gonzagão pertencem a gravadora. Em entrevista ao g1, Juliette afirmou que família do compositor ouviu e aprovou ‘Vem Galopar’ com ‘receptividade’ e ‘carinho’. ‘Ninguém autorizou’, diz neto de Luiz Gonzaga sobre nova música de Juliette
Daniel Gonzaga, neto de Luiz Gonzaga (1912-1989), rebateu a cantora Juliette e disse que a família do rei do baião não foi consultada sobre “Vem Galopar”, música que adapta o clássico “Pagode Russo”.
“Ninguém da minha família autorizou nada”, diz o músico, em um vídeo publicado no Instagram neste sábado (22). Na gravação, Daniel afirma que os direitos sobre “Pagode Russo” são de propriedade da Universal Music, empresa que também administra os lançamentos de Juliette.
“Anteriormente, essa música havia sido pleiteada para ser gravada por Anitta e nem autorização eles pediram.”
“Não há uma autorização formal da família Gonzaga. A música é deles e eles fazem o que quiserem. Tem sido assim cada vez mais. A gente tenta chamar a atenção para esse fato, mas ninguém liga.”
Daniel Gonzaga é um dos quatro filhos de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, o Gonzaguinha (1945-1991), filho de Luiz Gonzaga. Os irmãos dele são Amora Pêra, Fernanda Gonzaga e Mariana Gonzaga. Além de Gonzaguinha, Luiz Gonzaga tem como herdeira Rosinha Gonzaga, adotada pelo rei do baião no começo da década de 1950.
Juliette
Brunini / Divulgação
‘Receptividade’
Em entrevista ao g1 sobre “Vem Galopar”, Juliette afirmou que a música incluída em seu álbum “São Juão”, lançado no dia 14 deste mês, foi aprovada pela família de Gonzagão “com o maior carinho”. “Eles viram com bons olhos, fico muito grata”, disse.
“Tiveram a maior receptividade. Eles são muito criteriosos com isso. É muito difícil a família de Gonzaga liberar alguma coisa. Eles têm que ouvir e entender que não vai ser nada prejudicial à obra dele.”
O produtor Rafinha RSQ, que trabalhou em “Vem Galopar” e em outras faixas do disco da cantora, também falou sobre a aprovação pela família de Luiz Gonzaga. “Para ter tudo muito certo e regulamentado, a gente conseguiu a autorização da família de Gonzaga. Eles escutaram, aprovaram e falaram: ‘vamos nessa!’. Então, foi uma aprovação 100% da família dele.”
Depois das declarações de Daniel, a assessoria de imprensa de Juliette divulgou um comunicado afirmando que a autorização foi feita com intermediação da editora pertencente à Universal Publishing. No mercado musical, as editoras são empresas responsáveis pela administração e proteção dos direitos autorais gerados pelas obras.
G1 explica por que forró viral de Juliette é tão grudento
“A assessoria de Juliette informa que a cantora, que respeita, exalta e difunde a obra de Luiz Gonzaga e João Silva, solicitou à Universal Publishing (editora) que as famílias de Gonzaga e [o também compositor de ‘Pagode Russo’ João] Silva autorizassem o lançamento da música, independentemente se a editora fosse detentora dos direitos”, afirma a nota.
“A Publishing garantiu a Juliette que a família de Luiz Gonzaga e João Silva havia autorizado o lançamento da música, não havendo qualquer restrição quanto a isso. A editora também afirmou à cantora que familiares ouviram o resultado e que gostaram da versão. Juliette afirma que não é ela a responsável pelos trâmites legais que envolvem a liberação de fonogramas.”
Procurada, a Universal Music não se manifestou sobre o caso. Na entrevista ao g1, Juliette e Rafinha RSQ não mencionaram a participação da empresa nos trâmites de aprovação da versão.
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Taylor Swift usa extintor para conter princípio de incêndio em casa; veja VÍDEO

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Cantora havia passado a madrugada escrevendo a música ‘Us’ em parceria com Gracie Abrams. Elas não perceberam quando uma vela caiu na cozinha, causando as chamas. Taylor Swift usa extintor para conter princípio de incêndio em casa
Taylor Swift precisou acionar um extintor para conter um princípio de incêndio em sua casa, em Nova York.
O incidente aconteceu há algumas semanas, quando ela e a cantora Gracie Abrams passaram a madrugada compondo a música “Us”. A faixa, que está no disco “The Secret of Us”, de Gracie, foi lançada nesta sexta-feira (21).
Com o lançamento, Gracie também divulgou o vídeo em que Taylor aparece com o extintor em mãos e apagando o fogo na ilha de sua cozinha.
Inicialmente, a cantora tem dificuldade em abrir o lacre. Enquanto isso, Gracie dá risada e alerta para que Taylor não jogue água. Quando consegue acionar o extintor, Taylor fica paralisada olhando a chama extinta e o estado de suas bolsas e sapatos que estavam ao lado do fogo e também foram atingidos pela fumaça.
Gracie havia relatado para a revista Billboard que as duas ouviram algo cair, mas acharam que teria sido algum barulho causado por seus gatos. Só depois descobriram que se tratava da vela do jantar.
A cantora ainda revelou que as duas tiveram uma forte tosse por semanas por causa da fumaça do extintor.
Na postagem feita por Gracie nas redes, ela escreveu: “Escrever uma música inteira das 2 às 6 da manhã foi uma das coisas mais divertidas que já fiz na vida. Taylor, agora nós sabemos como usar um extintor de incêndio”.
Taylor Swift usa extintor para conter princípio de incêndio em casa
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