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Secretário da Defesa dos EUA é internado em UTI com 'problema urgente na bexiga'; vice assumiu cargo temporariamente

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Austin foi diagnosticado com câncer de próstata e recentemente passou por uma cirurgia. A vice-secretária de Defesa, Kathleen Hicks, “assumiu as funções e deveres” já no domingo (11). O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, em foto de abril de 2022
Reuters
O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, que faz tratamento contra um câncer de próstata, foi internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI) depois de ser hospitalizado por um “problema urgente de bexiga”, informou o Pentágono no domingo (11). Não foi detalhado sobre qual seria este problema.
Austin foi diagnosticado com câncer de próstata e recentemente passou por uma cirurgia.
“Esta noite, após uma série de exames e avaliações, o secretário foi internado na unidade de terapia intensiva do Centro Médico Militar Nacional Walter Reed para cuidados de suporte e monitoramento rigoroso”, disse o comunicado.
A vice-secretária de Defesa, Kathleen Hicks, “assumiu as funções e deveres” já no domingo, disse o porta-voz do Pentágono, Pat Ryder, em um comunicado, acrescentando que a Casa Branca foi informada da hospitalização.
O secretário da Defesa desapareceu da cena pública no final de dezembro e novamente no início de janeiro, após sofrer complicações decorrentes de um tratamento contra o câncer, tendo inicialmente escondido tanto o diagnóstico quanto o tratamento do presidente Joe Biden e do resto do governo.
Desta vez, o público foi alertado cerca de duas horas depois de Austin ter sido encaminhado ao hospital, na tarde de domingo.
Austin foi levado por sua equipe de segurança ao centro médico “para ser atendido por sintomas que sugeriam um problema emergente de bexiga”, disse Ryder.
Ryder havia dito anteriormente que Austin mantinha “os deveres e obrigações de seu cargo”, mas horas depois indicou que Hicks assumiria o cargo.
“Neste momento, não está claro por quanto tempo o secretário Austin permanecerá hospitalizado’, de acordo com um comunicado divulgado posteriormente, citando os médicos John Maddox e Gregory Chesnut, do hospital.
“Não se espera que o atual problema da bexiga altere a sua recuperação total prevista. O seu prognóstico para o câncer continua excelente”, acrescentaram.
Figura importante
O secretário de Defesa pediu desculpas no início de janeiro, depois de ser duramente criticado por manter em segredo hospitalizações anteriores.
“Eu deveria ter informado o presidente do meu diagnóstico de câncer”, disse ele aos repórteres em 1º de fevereiro.
Naquele momento, ele disse que ainda estava se recuperando, que estava com dores nas pernas e que usava um carrinho de golfe para se locomover pelo Pentágono.
Estas ausências, assim como a atual internação hospitalar, ocorrem em um momento em que os Estados Unidos enfrentam uma crise crescente no Oriente Médio, com as forças americanas no Iraque e na Síria enfrentando ataques quase diários de combatentes apoiados pelo Irã, em retaliação ao forte apoio de Washington à Israel.
O alto responsável americano é também uma figura central nas tentativas do governo Biden de manter o apoio à luta da Ucrânia contra a invasão russa, em um contexto em que os congressistas republicanos se recusam a autorizar novos fundos para ajuda militar a Kiev.
Vários legisladores republicanos pediram anteriormente a destituição de Austin, mas Biden, embora lamentando o erro de julgamento do chefe do Pentágono, disse que continua confiante em seu secretário da Defesa.
Austin é uma pessoa muito reservada que foge da atenção da mídia, o que, segundo ele, influenciou sua decisão de manter em segredo seu diagnóstico de câncer.
Mas ele admitiu que ‘assumir esse tipo de trabalho significa perder um pouco da privacidade que a maioria de nós espera”.
“O povo americano tem o direito de saber se os seus líderes enfrentam problemas de saúde que possam afetar a sua capacidade de desempenhar as suas funções, mesmo que temporariamente”, acrescentou.

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Homens armados deixam mortos e feridos em ataques a posto policial e templos religiosos na Rússia; VÍDEO

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O atentado provocou a morte de seis policiais e deixou ao menos 12 feridos, segundo o Ministério do Interior da região. Homens armados disparam no norte do Cáucaso, na Rússia, e seis policiais são mortos
Homens armados abriram fogo em uma sinagoga, em uma igreja ortodoxa e em um posto policial na região russa do Daguestão, no norte do Cáucaso, neste domingo (23).
O atentado provocou a morte de seis policiais e deixou ao menos 12 feridos, segundo o Ministério do Interior da região.
Citado por agências de notícias russas, o ministério informou que dois homens armados foram mortos a tiros durante os incidentes. Um padre ortodoxo também teria sido morto.
As agências russas informaram que brigas de rua estavam tomando conta de Makhachkala, principal cidade administrativa do Daguestão, região majoritariamente muçulmana no Mar Cáspio.
Um canal não oficial no aplicativo de mensagens Telegram, Mash, afirma que a polícia se preparava para invadir um prédio onde os homens armados estavam escondidos em Derbent, cerca de 125 quilômetros mais ao sul.
Uma sinagoga e uma igreja em Derbent, lar de uma antiga comunidade judaica e Patrimônio Mundial da UNESCO, também foram atacadas.
Agências também creditaram ao Ministério do Interior a informação de que tanto a sinagoga quanto a igreja estavam em chamas.
Nuvens de fumaça em Derbent, Rússia, em imagem estática obtida de vídeo
Reuters

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Pequinês é eleito o cão mais feio do mundo; VÍDEO

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Wild Thang já havia participado de 5 concursos do tipo, e foi a primeira vez que ganhou. Conheça o ‘Cão Mais Feio do Mundo’
Um concurso na Califórnia, nos Estados Unidos, elegeu o “cachorro mais feio do mundo”: é o pequinês chamado Wild Thang, um peludo de 8 anos.
O cão já havia participado de cinco competições do tipo, mas essa foi a primeira em que saiu vitorioso. Sua tutora conseguiu um cheque de 5 mil dólares como prêmio e vai participar de um programa de TV em Nova York, segundo a Reuters.
Pequinês peludo vence concurso de cão mais feio do mundo
Reprodução/redes sociais
O concurso é feito todo ano para aumentar a conscientização sobre o resgate e adoção de animais.
O segundo colocado foi um pug de 14 anos que usa cadeiras de rodas.
Pequinês Wild Thang é eleito o mais feio do mundo
Reprodução/redes sociais

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Bombardeio deixa 22 mortos perto da sede da Cruz Vermelha na Faixa de Gaza

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Escritório fica rodeado de pessoas desalojadas, segundo a entidade. Exército de Israel afirmou não ter identificado bombardeio em áreas humanitárias. Mulher chora após bombardeio atingir acampamento em Al-Mawasi, na Faixa de Gaza, em 21 de junho de 2024
REUTERS/Mohammed Salem
Vinte e duas pessoas morreram e outras 45 ficaram feridas em um bombardeio que danificou o escritório do Comitê Internacional da Cruz Vermelha na Faixa de Gaza. As informações foram divulgadas pela própria organização, na sexta-feira (21).
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O escritório da Cruz Vermelha na região fica rodeado por centenas de pessoas desalojadas. Em uma rede social, a entidade disse que várias vítimas foram levadas para o hospital.
“Disparar tão perigosamente perto de estruturas humanitárias, cuja localização é de conhecimento das partes no conflito e que estão claramente marcadas com o emblema da Cruz Vermelha, coloca em perigo a vida dos civis e dos funcionários”, criticou a Cruz Vermelha.
O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, acusou os militares israelenses de terem “atacado as tendas dos civis deslocados em Al-Mawasi”.
À AFP, um porta-voz das Forças de Defesa de Israel afirmou que uma investigação inicial aponta não haver indícios de ataque em zona humanitária. No entanto, o caso está sendo apurado.
Hamas acusa Israel de matar 25 pessoas em ataque a acampamento
Intensificação dos ataques
As forças israelenses intensificaram, nesta sexta-feira, bombardeios na Faixa de Gaza, segundo testemunhas.
“Foi um dia difícil e muito violento na Cidade de Gaza. Até agora, cerca de 30 mortos foram levados ao hospital Al Ahli”, afirmou o médico Fadel Naim, diretor da instituição.
Palestinos também relataram bombardeios no centro do território e em Rafah, na região sul.
Mais de 1 milhão das 1,4 milhão de pessoas que viviam em Rafah — em sua maioria deslocadas por causa da guerra — fugiram da região desde 7 de maio. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS) e levam em conta o início da operação terrestre de Israel na área.
Após mais de oito meses de guerra, a situação em Gaza é crítica, e a população está à beira da fome, segundo a ONU.
Segundo um dos agentes da OMS, a ajuda humanitária chega a conta-gotas e a “pausa” diária anunciada pelo Exército israelense nas operações no sul não tem “nenhum impacto” no encaminhamento de alimentos.
A guerra começou em 7 de outubro, quando militantes do Hamas invadiram Israel e mataram 1.194 pessoas. Além disso, 251 vítimas foram sequestradas. O Exército israelense estima que 116 pessoas continuam em cativeiro em Gaza, 41 das quais teriam morrido.
Em resposta, Israel lançou uma ofensiva que já deixou pelo menos 37.431 mortos em Gaza, sendo a maioria civis, segundo o Ministério da Saúde do Hamas.
O Exército israelense anunciou nesta sexta-feira a morte em combate de dois soldados no centro de Gaza. São mais de 300 militares israelenses mortos desde o início da operação terrestre no território palestino, em 27 de outubro de 2023.
A ‘existência’ de Israel
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou na quinta-feira (20) que Israel está travando “uma guerra por sua existência” e que i país precisava das armas dos Estados Unidos.
“Nenhum outro país faz mais para ajudar Israel a se defender contra a ameaça do Hamas”, respondeu o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Kirby.
O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, que se reuniu na quinta-feira em Washington com autoridades israelenses, também destacou “a importância de evitar uma nova escalada no Líbano”, onde o Hezbollah abriu uma frente em apoio ao Hamas.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, também alertou que o Líbano não deve se tornar “outra Gaza”. Ele destacou o aumento dos confrontos na fronteira israelense-libanesa e as ameaças entre Israel e o Hezbollah.
O chefe do Hezbollah, Hasan Nasrallah, afirmou na quarta-feira (19) que “nenhum lugar” em Israel estaria seguro se o governo israelense abrisse uma frente na fronteira norte do país.
O chefe do Exército israelense, general Herzi Halevi, respondeu que o país tem “capacidades infinitamente superiores” às do Hezbollah.
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